Sobre o Runu

O Runu nasceu de uma observação simples: os apps de corrida que existem hoje foram feitos pra quem já corre. Quem nunca correu — ou tentou e desistiu — abre esses apps e se perde em zonas de frequência cardíaca, pace, VO₂máx, leaderboard. Sente que tem que entrar no clube primeiro pra começar.

A gente acredita que o iniciante absoluto merece um caminho diferente. Um companheiro que entende seu dia, seu corpo, seu medo. Que conversa em português brasileiro de verdade — não em manual traduzido. Que adapta o plano à vida que você tem, não à vida que devia ter.

Pra quem é o Runu

Pra quem o Runu não é

Princípios que guiam tudo

Acolhimento como método

Não tem motivação gritada, "vamos lá campeão!", "não desista dos seus sonhos!". Tem presença real, conversa de gente grande com gente grande. Se você sumir três dias, a gente acolhe e retoma — não cobra.

Plano que adapta à vida

Iniciante falha, pula treino, viaja, fica gripado. O plano se ajusta ao que rolou na sua semana, não ao contrário. Você conversa, a gente recalibra.

Sem comparação, sem ranking

Você compete consigo mesmo da semana passada. Streaks tóxicas e leaderboards públicos são desenhados pra prender. A gente recusa isso de propósito.

Saúde primeiro

O Runu é companheiro, não médico. Quando o tópico envolve dor, lesão, condição preexistente ou qualquer sinal de alerta, redirecionamos pra profissional — com calma, sem alarmismo. Termos completos.

Quem faz o Runu

Projeto independente desenvolvido no Brasil por Rômulo Carvalho. Sem investidor, sem fundo, sem pressa de hipercrescer. O que importa é que cada pessoa que baixar dê seu primeiro passo.

Privacidade

A conversa que você tem dentro do app passa por inteligência artificial (Claude, da Anthropic) através de servidor próprio no Brasil. A gente não vende seus dados, não rastreia você fora do app, e você pode apagar tudo a qualquer momento direto nos ajustes. Conformidade LGPD completa. Detalhes em /privacidade.

Fala com a gente

Email: contato@runu.com.br. Resposta em até 2 dias úteis. Sem chatbot, sem URA — quem responde é gente.